sábado, 7 de agosto de 2010

5º DIA: MONTEVIDEO

Acordamos cedo, como todos os dias e tomamos café da manha no Hotel IBIS. Apesar do preço salgado (US$ 6,00 por pessoa) o café da manhã é bem completo.

Como o transito de Montevideo é um pouco bagunçado, decidimos visitar a cidade caminhando. Caminhamos então, até a Plaza Cangacha, também chamada de Plaza Liberdad. Nesta praça estão localizados os prédios do Poder Judicial Uruguaio (Tribunales e Palacio Piria). Como chegamos cedo demais, os edifícios ainda não estavam abertos a visitas.


Seguimos pela Avenida 18 de Julho, que é o grande centro de comercio da cidade, pois lá existem muitas galerias com lojas de todos os tipos. Todos os museus que planejamos conhecer nesta avenida estavam fechados- talvez pelo horário.


No final da Avenida 18 de Julho encontramos a Plaza de la Independencia- Principal praça da cidade- com um monumento em homenagem ao general Jose Gervasio Artigas. A praça é muito bonita e debaixo do monumento se encontra o mausoléu do general. Ao redor da praça encontramos algumas construções históricas como o palácio Salvo, Museo de la Casa de Gobierno, o teatro Solis e a Puerta de la Ciudadela. A Puerta de la Ciudadela é o único pedaço restante da muralha que rodeava Montevideo. Esta porta marca o inicio da Ciudad Vieja.




Ao entrar na cidade velha paramos para tomar um café em uma cafeteria chamada La Pasiva. Percebemos que nesta cidade os uruguaios tem o costume de passar horas e horas sentados em um café lendo o jornal.



Depois de percorrer mais algumas ruas da cidade velha, fomos ao mercado del puerto- um lugar bem interessante repleto de restaurantes que fazem carnes grelhadas aos olhos de todo o público. Não estávamos com fomo, por isso não almoçamos por lá. Mas nos pareceu um ótimo local para apreciar a parrillada uruguaia.



Visitamos também o museo del carnaval(URU$30,00 para latino-americanos) que tem um acervo de fantasias bem esquisitas e mostra que o Carnaval uruguaio não é tão animado quanto o brasileiro.


Pegamos um taxi ate o hotel com o intuito de pegar o nosso carro e conhecer alguns parques mais afastados da região central. Fomos ao Parque Punta Carretas, uma pequena península no meio do mar com um farol simpático. Lá inúmeros gatos aproveitam as pedras para tomar um sol e esperar a hora de caçar um peixinho. Contamos mais de 15 gatos por lá. O lugar é lindo!


Seguimos até o parque Rodó, um parque de diversões com um castelinho e um lago artificial verde cheio de pedalinhos para alugar. Infelizmente as atrações aquáticas estavam fechadas.



Decidimos visitar então o zoológico de Montevideo (URU$20,00 por pessoa). O parque é pequeno, e mais parece uma granja. A maioria dos animais são aves.


Mortos de fome procuramos um lugar para provar o tradicional Chivito uruguaio(lanche composto por pão, carne, queijo alface, tomate, ovos cozidos, presunto, bacon, azeitonas, e o que mais quiser incluir- semelhante ao nosso X-tudo). Encontramos então, a Chiviteria Marcos (Avenida Sarniento x Calle Luis de la Torre) que é um estabelecimento bem tradicional na cidade. Gastamos R$36,00 com dois chivitos, papas fritas e uma cerveja Patricia de 1L- valeu a pena!

Queríamos conhecer a famosa confeitaria da cidade- Cake’s(Calle Jose Ellauri, 350). Ao chegar lá o garçom nos encaminhou para uma salinha de estar, dando um ar intimo ao atendimento. Provamos a deliciosa tarta Ramón Nobarro, composta por massa doce, creme de chocolate, doce de leite e chantili. Pena encontramos um cabelo na ultima garfada... acontece.


Seguimos para o Estadio del Centenario e entramos no Museo del Futbol (URU$80 por pessoa). O museu apresenta fotos e documentos bem antigos e permite ingressar no estádio, que é pequeno porem bonito. Foi a cede da primeira copa do mundo da história em 1930.



Fomos conhecer o Rosedal( perto do Jardim Botânico), uma linda estrutura metálica coberta por roseiras. Porem como estamos no inverno não havia rosas, somente alguns brotinhos. Na primavera o lugar deve ser muito bonito.


Voltamos para o hotel e fomos dormir.

Total de quilômetros rodados por dia (incluindo os passeios): 29Km

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

4° DIA: PUNTA DEL ESTE - MONTEVIDEO

Tomamos café da manhã no hotel – muito fraco, por sinal – e saímos as 8:30 para conhecer a cidade de Punta del Este. O dia estava muito bonito e ensolarado, porém frio e ventando bastante.

Fomos a praia Brava que é uma praia de ondas muito fortes e mar escuro. Nesta praia está a escultura “La Mano”, que é o principal cartão postal da cidade. Esta escultura apresenta os dedos saindo da areia, representando a presença do homem surgindo na natureza. Muito bonito.



Visitamos então uma pequena península dentro do mar, chamada de Punta del Vapor. Nesta península encontra-se uma estatua da Nuestra Señora de la Candelaria, também conhecida como Nuestra Señora de los Artesanatos. No local existem muitas homenagens em agradecimento às graças alcançadas.



Depois fomos visitar o Farol de Punta del Este e a Iglesia de la Candelaria, que guarda uma painel com o pai nosso escrito em nada menos do que 30 idiomas. Uma pena as duas atrações estarem fechadas. Aproveitamos para tirar fotos de suas fachadas.



Seguindo pela Rambla Costanera (ou calçadão, como chamamos), passamos pela Plazoleta Gran Betaña, onde fica uma Âncora do navio Ayax- um dos participantes da batalha do Rio da Prata de 1939. O local marca o encontro do rio com o mar.



Passamos então, pelo Porto de Punta de Este. De lá saem várias lanchas para passeios em ilhas próximas. Gostaríamos de visitar a Isla de los Lobos, mas como o mar estava muito agitado, este passeio não poderia ser feito neste dia. Nossa sorte foi que encontramos um lobo marinho nas proximidades das barraquinhas que vendem frutos do mar. Aparentemente, o interessante animalzinho estava morrendo de sono, pois não abria os olhos para nada e bocejava sem parar – uma graça! A avenida do porto é repleta de restaurantes e barzinhos. Logicamente, como estamos no inverno, tudo estava fechado.



Pegamos o carro e fomos para a Av. Gorlero, principal avenida da cidade. Esta avenida esta cheia de lojas chiques e alguns restaurantes. Tudo estava fechado. Não teve graça nenhuma.



Nossa ultima atração a ser visitada era a Plaza Artigas também chamada de Praça dos Artesanatos, já que nela funciona uma grande feira artesanal. Todas as barracas estavam fechadas.



Nosso plano era passear o dia todo em Punta del Este e dormir na cidade. Irritados com a preguiça dos Uruguaios em trabalhar no inverno, decidimos seguir viagem e partir para Montevideo.

Após fazer o check out no hotel, passamos novamente em frente ao Hotel e Cassino Conrad para tirar algumas fotos.



Resolvemos visitar algumas atrações em Punta del Este que não tínhamos visitado no dia anterior por falta de tempo. Uma delas é a Ponte Leonel Vieira, também conhecida como Ponte Ondulante, pois tem o formato de ”M”. Passar por essa ponte por quatro vezes talvez tenha sido a melhor parte da viagem até agora! Dá um friozinho na barriga divertido.





Fomos também ao Museo del Mar (URU $100,00 por pessoa) em La Barra de Maldonado. Este museu tem peças marinhas do mundo todo e uma coleção de fotografias antigas de Punta del Este bem interessante, principalmente a parte dedicada aos piratas.



Para ir de Punta del Este até Montevideo, pegamos a RP 10, estrada que segue a praia. No caminho paramos em Punta Ballena e visitamos as Grutas de la Ballena – um lugar muito bonito, lapidado pela natureza, porém estragado pelo homem: lixo no chão e rochas pixadas. Ficamos com medo de nos aventurarmos pelo interior das grutas, pois estava muito escuro, vazio e abandonado.



Saindo das grutas percorremos a Ruta Panoramica de Punta Ballena- uma estradinha pequena que vai em direção ao mar- e o Museo Casapueblo (R$12,00 por pessoa). Na Casapueblo fica o ateliê do pintor e escultor Vilaró e algumas peças suas à venda. A vista da casa é estonteante e dizem que dela pode-se ver o mais bonito por do sol. Infelizmente não pudemos ficar para o espetáculo, pois queríamos seguir em frente.




Na estrada entre Punta Ballena e Montevideo pagamos dois pedágios de URU $ 50,00 cada um. Vale lembrar que o pagamento destes pode ser feito em Pesos Uruguaios, Argentinos, Dólares e Reais - ótima alternativa para nós, que estávamos sem nenhum peso.

A viajem até Montevideo é tranquila e rápida (130 Km). Chegamos em Montevideo ainda de tarde, e novamente os hotéis que havíamos pesquisado na internet não deram certo. Achavamos que se ficássemos no centro da cidade estaríamos melhor atendidos, mas nos enganamos. O centro de Montevideo é muito bagunçado, não tem estacionamentos e cheio de sujeitos mal encarados.

Desistimos do centro e optamos pelo Hotel IBIS, que tem a mesma qualidade em todos os locais. O único problema deste hotel é que todos os serviços são pagos a parte: estacionamento, café da manhã e internet. Ainda assim nos sentimos mais seguros e confortáveis.

Jantamos no hotel e fomos dormir.

Total de quilômetros rodados no dia (incluindo os passeios): 198 Km

OBS.: Atualizamos o post do 2° dia com vídeos. Confiram!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

3° DIA: PORTO ALEGRE - PUNTA DEL ESTE

Saída de Porto Alegre: 06:50
Chegada em Punta del Este: 17:15

Acordamos bem cedo, pois tinhamos uma longa distância a percorrer, já que no dia anterior resolvemos parar antes. Partimos de Porto Alegre, com um friozinho de 6°C rumo à cidade que fica no ponto sul mais extremo do Brasil - Chuí.

Novamente seguindo pela BR 116, encontramos a mesma situação dos dias anteriores: pista única e diversos caminhões. Porém, desta vez, um dia muito bonito e ensolarado para compensar. Após passar a cidade de Pelotas, pegamos outra BR - a 392. A partir deste ponto começamos a ver as primeiras placas que indicavam a distância para Montevideo - animação total!



Após ficarmos pouco tempo na BR 392, pegamos um acesso para a BR 471 e esta foi a nossa alegria. A estrada, apesar de pista única, estava completamente vazia e em boas condições. Tivemos que nos controlar para não ultrapassar dos 140 km/h (limite 80 km/h). A vontade de chegar logo era grande...

A BR 471, por 15 Km corta a Reserva Ecológica do Taim - também chamado de Pantanal Gaúcho. Esta reserva é cheia de charqueadas, aves exóticas e muitas vaquinhas. Paisagem lindíssima!!!! Impossível não parar para tirar algumas fotos. Uma pena encontrarmos tantos animais mortos na estrada...



Importante: Nos primeiros100 kilometros que pegamos da BR 471 não há postos de gasolina, por isso é muito importante se programar para não ficar sem combustível. Ainda assim, quando começaram a aparecer os postos, grande parte deles estava fechado ou em reforma. 

Enfim, chegamosperto da fronteira Brasil/ Uruguay. Como marinheiros de primeira viagem, não sabíamos o que fazer direito ou para onde ir, mas no final deu tudo certo... Ficamos sabendo que o controle de entrada de alimentos no Uruguay era bem rigoroso, então, paramos no acostamento e nos desfizemos de alguns morangos que trazíamos. Os outros alimentos (industrializados) escondemos nas malas, pois ficamos com dó de jogar fora.



Na aduana brasileira, paramos para registrar os equipamentos que estavamos levando para fora do Brasil, como câmeras fotográficas, notebook, celular e GPS. Este registro é feito por meio de uma Declaração de Bens que já havíamos impresso e preenchido antes mesmo da nossa viagem. Além da Declaração, os equipamentos devem estar em mãos para este processo.

Poucos metros depois a bagunça se instala! Chegamos ao Chuí/Chuy - um cidade que divide os dois países apenas por uma avenida. Do lado brasileiro a avenida se chama Uruguay. Do lado uruguaio a avenida de chama Brasil. Esta avenida é cheia de free-shops, camelôs, casas de câmbio e pessoas que falam portunhol fluentemente. Ninguém sabe o que é de quem! Aproveitamos para trocar um pouco de dinheiro em uma das casas de câmbio e eles etavam pagando bem: R$ 1,00 = $ 11,00. Tentamos achar um lugar para almoçar, mas naquela bagunça era praticamente impossível...



Seguimos viagem e em 2 Km chegamos na aduana uruguaia. Nesta aduana, tivemos que preencher nossas "tarjetas de entrada", carimbar nossos passaportes (opcional). Quando voltamos para o carro, tivemos que apresentar para um sujeito que nos esperava o documento do carro, a carta-verde e passar por um rápido e amigável questionário:

- Tem algum alimento ou compras no carro?
- Não, nada! Acabamos de chegar.
- Ah, então tá bom. Boa viagem!

Ufa, que sorte! Tinhamos um monte de bolachas, barrinhas de cereal, chicletes, chá, água e sucos no carro. Detalhe: Uma garrafa de chá estava bem visível...

Do Chuy até Punta del Este são aproximadamente 200 Km. Desta vez, tivemos que ficar dentro dos limites de velocidade (110 km/h), pois já não estavamos mais "em casa". Após 35 Km do Chuy, passamos pela Fortaleza de Santa Tereza, mas estava fechada. Tiramos algumas fotos de sua fachada.



Todos os postos e lojas de conveniência estavam fechados. Passamos muita fome na estrada e comemos algumas besteirinhas que estavamos trazendo de São Paulo (bolachas, barrinhas de cereal, etc.).

O trajeto a partir do Chuy foi feito pela RN 9. Mas, como queríamos fazer a viagem margeando a costa, pegamos a RP 10 (que não está nos mapas) a partir da cidade de José Ignacio. Conseguimos achar a RP 10, pois pedimos indicação para algumas pessoas no caminho. Somente em José Ignacio conseguimos abastecer o carro. Seguimos em frente... Da estrada cinseguimos assistir a um por do sol espetacular.


Chegamos em Punta e fomos direto para o hotel que havíamos pesquisado na internet. Ainda bem que desta vez deu certo. Os preços eram os mesmos e o hotel condizente com as fotos. Fizemos o check-in e saimos para tentar conhecer um pouco da cidade à noite. Fomos ao Casino Conrad - muito bonito e imponente - mas não jogamos. Ficamos tristes de não encontrar o Amaury Jr. por lá.



Procuramos um restaurante para jantar, mas adivinhem só: TUDO FECHADO. Parece que o Uruguai não funciona no inverno. Encontramos um único restaurante aberto: Los Caracoles. Foi o escolhido da vez... Comemos duas milanesas e tomamos uma cerveja Patrícia, gastamos em torno de R$ 80,00 com o serviço. Voltamos para o hotel e fomos dormir.

Total de kilometros rodados no dia (incluindo os passeios): 762 Km

2° DIA: CURITIBA - PORTO ALEGRE

Saída de Curitiba: 07:20
Chegada em Porto Alegre: 18:30

Acordamos as 05:30 para pegarmos a estrada o mais cedo possível. Tomamos café da manhã no hotel e fizemos o check-out. Depois disso, colamos o primeiro adesivo no nosso bagageiro - Curitiba. Esperamos que ele volte todo adesivado!


Nosso plano era ir de Curitiba até Pelotas, mas a estrada e as condições climáticas não ajudaram muito. Neste trecho, a BR 116 tem uma pista só, e é extremamente sinuosa e com muitos pedágios (nove postos, totalizando R$ 38,50) - o que nos deixou um pouco cansados, já que não conseguiamos dirigir a mais de 70 km/h. Além disso, para dificultar o trajeto, pegamos muita neblina em diversos pontos da serra e vários caminhões para ultrapassar.


Se não tivessemos ficados irritados com a longa distância a percorrer nesta estrada difícil, poderíamos dizer que a paisagem é espetacular; cheia de montanhas, mirantes, bicas d'água e árvores típicas da região - como araucárias.


Em uma das bicas d'água paramos pra tirarmos fotos e o Marcelo resolveu aproveitar para dar uma "ducha expressa" no carro.



Fomos vencidos pelo cansaço e dedicimos parar em Porto Alegre para descansar ao invés de seguir viagem até Pelotas. Talvez, esta tenha sido uma das maiores besteiras que fizemos até agora...
Chegamos em Porto Alegre por volta das 18:30 e ficamos rodando pela cidade à procura de um local de bom custo-benefício para dormirmos. Só achavamos espeluncas, e os bons hotéis já estavam lotados. Além disso, encontramos a cidade na hora do rush - pegamos muito transito e na confusão fomos parar no corredor de ônibus! Conseguimos achar um bom hotel por volta das 21:30 - Hotel Umbu - graças à ajuda dos meus pais que ficaram fazendo pesquisas pela internet de São Paulo.


Fizemos o check-in rapidamente, jantamos e fomos descansar para o dia seguinte!

Total de Km rodados no dia 735Km

domingo, 1 de agosto de 2010

1° DIA: SÃO PAULO - CURITIBA

Hoje demos início a nossa tão esperada viagem!

Depois de uma noite muito mal dormida devido à ansiedade e um mosquito chato que estava nos incomodando, levantamos às 05:00 - animadíssimos para a nossa aventura. O nosso plano era sair de casa às 06:30 para podermos conhecer com calma a cidade de Curitiba - algo perfeitamente possível, já que, o carro havia sido carregado dois dias antes...

Saída de São Paulo: 06:40
Chegada em Curitiba: 12:10



Ao sairmos de casa, paramos no posto para abastecer o carro e calibrar os pneus.



Escolhemos como caminho a BR-116 ao invés da BR-101. Apesar desta última estar em melhores condições - segundo posts que lemos na internet - a distância era menor. Na BR-116, existe um trecho - de aproximadamente 40 Km - em que a pista não é duplicada e é bem sinuosa, atrasando um pouco o percurso, já que a estrada é cheia de caminhões e de difícil ultrapassagem. Neste trecho, pegamos ainda uma carreta tombada no meio da pista, o que causou um pouco de engarrafamento.



A BR-116 é bem pedagiada. Pegamos no trecho de São Paulo - Curitiba seis pedágios (R$ 1,50 cada um), totalizando R$ 9,00.

Começamos bem a nossa jornada com um dia ensolarado, depois uma garoa chatinha começou a dar as caras e nos últimos 40 Km pegamos uma chuva forte que persistiu durante todo o dia. A temperatura em Curitiba estava amena, variou o dia todo entre 12 e 10°C.

Ao chegarmos em Curitiba, fomos ao hotel que havíamos escolhido pela internet. Chegando lá: surpresa! O preço não era o mesmo que o anunciado no site, o recepcionista não se mostrou muito hospitaleiro e o hotel tinha cheiro de maconha. Desistimos deste e fomos "caçar" alguma coisa melhor. Depois de muito rodar, encontramos um hotel no centro chamado HOTEL BRASILIA. O hotel, apesar de um pouco mais caro do que esperávamos, era mais familiar e bem organizado, porém, só poderíamos fazer o check-in às 14:00.



Para esperar o horário do check-in, fomos almoçar no Outback do Curitiba Shopping já que gostariamos de conhecer a loja, que está muito bonita! Uma pena não encontrarmos o Alessandro - seu proprietário.



Após o almoços, fizemos o cehck-in no hotel e o pessoal ficou um pouco assustado com a nossa quantidade de malas. Depois de descarregar toda a bagagem, decidimos que nas próximas paradas vamos somente levar para o quarto uma malinha com a roupa do dia. Descarregar tudo dá muito trabalho!

Tinhamos planejado fazer um City-tour em Curitiba. Mas como é domingo, muitas das atrações estavam fechadas. Além disso, alguns prédios estão sendo reformados e a chuva persistente não ajudou muito.

Conseguimos visitar:

1) JARDIM BOTÂNICO - achamos que é a atração mais bonita da cidade




2) PRAÇA DO JAPÃO - uma pracinha simpática com muitos laguinhos, cascatas e uma casa de chá de arquitetura japonesa (que estava fechada!)


3) BOSQUE GUTIERREZ - um bosque bonitinho que tem uma fonte de água potável, mas seu acesso é um pouco difícil e escondido


4) BOSQUE ALEMÃO - aparentemente é um bosque bonito e bem atrativo, com uma casa de chá. Grande parte de suas construções está em reforma, por isso, não conseguimos conhece-lo direito

5) OPERA DE ARAME - um auditório bonito, de construção bem interessante, em cima de um lago cheio de peixes, patos e tartarugas. No piso inferior tem um café agradável, onde paramos para dar uma descansada.


6) BOSQUE DO PAPA - um parque bonitinho, mas tudo estava fechado e chegamos quando já estava de noite.

7) PAÇO DA LIBERDADE - uma construção muito bonita, que vale a pena ver, mesmo de noite


8) FONTE MOCINHAS DA CIDADE - uma fonte em que a música "Mocinhas da Cidade" está gravada em seus azulejos - nada demais.

Descobirmos que a cidade de Curitiba tem muitos e muitos semáforos, os táxis são laranjas e os pontos de ônibus estranhos - parecem um plataforma de embarque de uma nave espacial.


Finalmente voltamos ao hotel e estamos bem cansados, arrumando as coisas para o nosso próximo dia.

Total de kilometros rodados no dia (com os passeios): 444 Km